Pages

Mostrando postagens com marcador Neil Gaiman. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Neil Gaiman. Mostrar todas as postagens

Às vezes é assim...

23/11/2013


"Nós fazemos o que devemos fazer, Lucien. Às vezes, podemos escolher a trilha que seguimos. Às vezes, fazem escolhas por nós.
Outras vezes, não temos escolha alguma.
Adeus, Lucien."

Um breve comentário sobre O Oceano no Fim do Caminho, Neil Gaiman

28/07/2013

Eu não sei. Não sei o que dizer sobre O Oceano no Fim do Caminho; não sei como classificá-lo; não sei defini-lo... Simplesmente não sei de nada. E eu não esperava não saber. Eu não esperava que Gaiman me deixasse sem palavras, não quando já conheço parte das suas histórias, do seu estilo, do modo como ele cria e molda a fantasia a partir, e dentro, desse mundo real e imperfeito e frágil. E mesmo Gaiman sendo apenas Gaiman mais uma vez, cá estou eu: sem palavras. Sem saber.


Neil Gaiman para mim é uma arte. Eu consigo pintar seus quadros na minha cabeça, moldá-los conforme os desígnios da minha imaginação e sentir a simplicidade e delicadeza que a linguagem de Gaiman carrega. Mesmo em suas histórias mais pesadas, ele não perde essa característica que o faz ser quem é; que faz suas palavras serem reconhecidas. O Oceano no Fim do Caminho não é diferente de suas outras obras, não tem nada de novo e arrebatador e, ainda assim, consegue ser único e marcar cada um de maneira particular.

Mais uma vez, eu não sei. Só sei que Gaiman me invadiu de novo, me fez mergulhar nesse Oceano que fazia vezes de lago de patos; fez-me não querer sair mais de lá. Criou uma fazenda no recanto mais feliz da minha imaginação, onde a velha senhora Hempstock sempre me recebe com uma caneca de leite fresco.

Sabem, eu senti uma espécie de felicidade tranquila ao terminar O Oceano no Fim do Caminho. Neil Gaiman é para mim uma espécie de manta da sorte, que me traz segurança. E é isso. É isso que sei.
 
FREE BLOGGER TEMPLATE BY DESIGNER BLOGS