“Chamo-lhe amor para simplificar. Há palavras assim, que se dizem como calmantes. Palavras usadas em série para nos impedir de pensar. O que existia, existe, entre nós, é uma ciência do desaparecimento. Comecei a desaparecer no dia em que os meus olhos se afundaram nos teus. Agora que os teus olhos se fecharam sei que não voltarás a devolver-me os meus.”
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Fazes-me falta – Inês Pedrosa
20/09/2013
12/09/2013
Como a tristeza de perder o amor de uma vida inteira e ter de lidar com a solidão ou, mais precisamente, como de repente ser obrigado a encarar os maiores e mais íntimos medos. O continuar a caminhar mesmo sabendo que não importa quantos atalhos sejam tomados, quanto tempo se passe, o ponto de chegada - ou partida -, de todos, sempre será o mesmo.
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